Raiva Humana pode matar? Entenda os sintomas, transmissão e riscos em 2026.
A Raiva Ainda é Preocupante em 2026?
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| Vírus da Raiva em Microscopia eletrônica. |
Diante das mudanças climáticas e do cenário global principalmente após o início da segunda década do século XXI, as zoonoses vem assombrando a população, sendo algumas delas cepas de variações daquelas que já estavam aparentemente controlada, enquanto outras pareciam coisa do passado, mesmo que de forma esporádica quando reaparecem em casos mais isolados e limitados em certas áreas, faz relembrar ao ser humano, que todo cuidado pode ser pouco mesmo diante da correria do dia-a-dia, e uma dessas que vamos relembrar um pouco hoje é a Raiva.
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O que é a Raiva?
Qual sua Importância na Saúde Pública e Saúde Única?
Como Ocorre a sua Transmissão?
A raiva pode ser transmitida da seguinte maneira:
saliva de animais (cães, gatos, primatas, e raposas) infectados por:
- mordedura,
- arranhadura
- lambedura.
Período de Incubação
A variação do período de incubação depende de alguns fatores como:
- Profundidade das lesões que causaram o contato;
- Proximidade da porta de entrada com o cérebro e troncos nervosos;
- Cepa viral;
- Concetração de partículas inoculadas
Já nos animais as variações podem se dar da seguinte maneira:
- Cães e gatos eliminam o vírus de 5 à 7 dias antes dos sinais clínicos aparecerem (período de transmissão);
- Os animais morrem no período de 1 semana após os sinais clínicos começarem;
- Nos animais silvestres não há estimativa de quanto tempo pode haver transmissão;
Sintomas da Raiva
Nessa fase o paciente apresenta:
- Mal-estar generalizado;
- Anorexia;
- Cefaléia;
- Náuseas;
- Dor de Garganta;
- Entorpecimento;
- Aumento de temperatura (aos poucos);
- Irritabilidade;
- Inquietação;
- Parestesia e Hiperestesia nos nervos próximos ao local da mordedura;
- Alterações comportamentais.
Na fase de complicações da sintomatologia da Raiva temos:
- Delírios;
- Hipertermia;
- Hiperexcitabilidade;
- Espamos musculares involuntários;
- Convulsões;
- Espamos de laringe, faringe, traquéia;
- Dificuldade de engolir até líquido (hidrofobia);
- Paralisia;
- Alterações cardiorrespiratórias;
- Perda do Controle e Funções intestinais;
- Dificuldade deglutição;
- Retenção Urinária;
- Fotobia
- Hiperacusia (sensibilidade ao som);
- Aerofagia (ingestão de ar intensa que vai pro estômago em vez dos pulmões).
Diagnóstico da Raiva
De forma laboratorial (Somente para humanos ante-mortem, e pós-mortem para raiva humana e animal) temos:
- Imunofluerescência direta: impressão de córnea, raspado de mucosa lingual (swab), biópsia de pele região cervical ( folículos pilosos);
- Autópsia (coleta de encéfalo, e outros materais para análise)
- Isolamento viral (algumas vezes sendo realizados em camundongos até 21 dias em locais e por profissionais habilitados) ou por cultivo celular.
Diagnóstico Diferencial
A Raiva tem Tratamento?
- Médicos(as);
- Enfermeiros(as);
- Médicos(as) Veterinários(as);
- Biomédicos(as) e dentre outros profissionais.
Estatísticas da Raiva
| Animal transmissor | Risco de transmissão | Situação atual |
|---|---|---|
| Morcegos | Alto | Principal preocupação |
| Cães | Reduzido | Controle vacinal |
| Gatos | Moderado | Casos esporádicos |
| Raposas | Regional | Vigilância |
| Primatas | Baixo/moderado | Casos específicos. |
Animais por regiões no Brasil
Morcegos:
- áreas rurais;
- Amazônica.
Cães:
- áreas urbanas e rurais;
- casos esporádicos;
- controle com vacina.
Gatos:
- Presente em quase todas as regiões;
- Casos esporádicos;
- infectados por morcegos;
- transmissores secundários.
Raposas:
- Presente no Nordeste Brasileiro;
- Ciclos específicos;
Primatas:
- Parques, zoológicos, áreas silvestres;
- Transmissões mais raras porém existem.
Conclusão
Fontes
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